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4ª Parada Gay começa dia 16 em Ipatinga – O Vale do Aço

4ª Parada Gay começa dia 16

Programação terá debates, Miss Gay e grandioso encerramento no Parque Ipanema
IPATINGA – O Vale do Aço será palco de debates e manifestações em prol da diversidade sexual. Trata-se da quarta edição da Parada do Orgulho LGBT (Lésbicas, Gays, Travestis, Transexuais e Transgêneros), mais conhecida como Parada Gay. O evento começa no próximo dia 16, com uma programação variada e que segue diretrizes do governo federal. A organização é do Movimento Gay e Simpatizantes do Vale do Aço (MGS). 
Semana da Diversidade
Membro da coordenação do evento, Lau Ferreira informou que o evento começa com a realização da 3ª Semana da Diversidade Sexual, entre os dias 16 e 20 deste mês. Na abertura, será promovida uma sessão de cinema, com exibições de vídeos sobre temas LGBT e de combate à homofobia. Nos dias seguintes, serão ministradas palestras com profissionais renomados sobre direitos humanos, preconceito, DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis). O local das atividades está sendo definido.
Miss Gay
No dia 20, será realizado o tradicional desfile do Miss Gay, em local ainda a ser definido. Quem vence ganha troféu, faixa e brindes, além de viajar representando a cidade em eventos. No ano passado, a vencedora foi Yasmin Fontineli.
Orgulho LGBT
A 4ª Parada Gay terá como tema “Nós temos o direito do respeito de nosso país, pois no arco-íris tem verde e amarelo”. A movimentação será feita no dia 21, a partir das 12h. Haverá concentração no trevo dos bairros Jardim Panorama e Caçula com deslocamento para o Parque Ipanema. O encerramento será às 20h. Lau Ferreira explicou que a escolha do tema foi feita com base em outras paradas já realizadas no Brasil neste ano. “Com o tema, pretendemos continuar combatendo o preconceito”, declarou o coordenador.
Público
Nas três últimas edições, a Parada Gay reuniu em média 5 mil pessoas a cada evento. Neste ano, de acordo com a organização, a expectativa de público é de 10 mil pessoas. Lau Ferreira frisou a participação de pessoas de outras cidades e Estados. “Sempre vem gente de São Paulo, Rio de Janeiro, Espírito Santo e demais cidades de Minas Gerais. Esse público de fora é mobilizado por meio de parcerias que temos com outras ONGs”, destacou Lau Ferreira.