quinta-feira, 31 de julho de 2014

Preso ateia fogo em cela do Presídio de Caratinga

Na início da tarde de ontem (30/07), o detento Hemerson Pereira dos Santos, de 21 anos, ateou fogo no colchão, cobertores e outros objetos inflamáveis dentro da cela em que está detido no Presídio de Caratinga. 


Segundo apurado, o autor alegou que o motivo de incendiar a cela foi uma forma de reivindicar a sua remoção para uma outra unidade prisional.

Os agentes penitenciários conseguiram controlar as chamas. O detento foi retirado do local e removido para uma outra cela. O incêndio provocado por Hemerson danificou materiais e instalações do presídio.

A Polícia Militar registrou a ocorrência e a perícia técnica da Polícia Civil foi acionada.
Fonte: 

Cirurgias no hospital de Caratinga paralisam nesta quinta por falta de anestesistas

Presidente e administrador do HNSA se pronunciam oficialmente sobre o problema
A partir desta quinta (31/07), as cirurgias no Hospital Nossa Senhora Auxiliadora (HNSA), em Caratinga, vão paralisar por falta de anestesistas. A decisão foi tomada em comum acordo no último dia 22, após uma reunião entre o corpo clínico do HNSA, que é composto por médicos cirurgiões, ortopedistas e obstetras.
Na tarde de hoje (30), o presidente do HNSA, Dom Emanuel Messias de Oliveira, e o provedor e administrador do hospital, padre José Antônio Nogueira, pela primeira vez, se pronunciaram oficialmente sobre o problema que afeta hospitais de todo o país. A entrevista coletiva aconteceu no Seminário Diocesano Nossa Senhora do Rosário.
O provedor e administrador do hospital informou que vários esforços têm sido feitos pela instituição filantrópica, para tentar reverter à falta de anestesistas e as cirurgias voltarem a serem realizadas. “Diante desta situação, há muito tempo estamos fazendo contatos com vários profissionais desta área, na tentativa de conseguir esses profissionais e dar suporte ao HNSA. Nesses últimos dias, nós intensificamos esses contatos e conversamos com profissionais tanto aqui da região como de outros estados bem distantes. Tivemos conversa com um profissional de Rio Grande do Norte e também de Natal e Pará. E, estamos numa expectativa e perspectiva muito boa, que em breve, estaremos com esse problema solucionado”, disse padre José Antônio.
“É bom lembrar que é uma crise do país. E, os anestesistas, eles ganham muito. Pelo menos no nosso modo leigo de ver. E o que nós temos a oferecer, não chega ao que eles ganham. Então, a dificuldade de trazer está nisso aí. Se a gente tivesse dinheiro, ‘não, você pode vim, que nós vamos pagar o dobro, que você estava ganhando’. Então assim, já é uma crise no país, e o que nós temos para remunerar um anestesista, digamos uma remuneração fixa, não equivale ao que eles merecem e o que precisam. Mas com o esforço que estamos fazendo vai ser resolvido”, declarou Dom Emanuel.
“A gente também já conseguiu contato com um grupo de anestesistas do Hospital Márcio Cunha e estamos esperando resposta. Eu não estou querendo detalhar muito as coisas, porque elas estão em conversa ainda, e se a gente detalhar muito, às vezes até atrapalha nossos contatos. Então, vocês me desculpem, se alguma coisa eu não estou colocando de forma tão exata. Pode certeza, todo o esforço está sendo feito incansavelmente. O que eu já dei de telefonema e falei com vocês que fomos lá ao Márcio Cunha, não mandamos recado. Estivemos dentro do bloco cirúrgico conversando com três anestesistas. O esforço está sendo feito e se Deus quiser, não vai demorar a gente resolver isso”, completou o provedor.
Um ofício datado de 25 de julho de 2014 já foi enviado aos municípios da microrregião, para comunicar a decisão do corpo clínico do HNSA. O documento está assinado pelo provedor e administrador da instituição filantrópica. Segundo o ofício, devido à paralisação, os plantonistas deverão transferir os pacientes para outro hospital, quando houver suspeitas clínicas que podem evoluir para uma cirurgia. Ainda de acordo com o ofício, os serviços de atendimento de urgência em clínica médica do hospital e o Pronto Atendimento Municipal (PAM) não necessitaram ser interrompidos.
Outros detalhes sobre a entrevista a coletiva, amanhã no Hora de Notícias às 12 horas.

quinta-feira, 10 de julho de 2014

Bandidos assaltam agência, fazem reféns, atiram e fogem levando mais de 70 mil reais em Inhapim

As Polícias Militar e Civil trabalham em conjunto para identificar e localizar três bandidos que assaltaram nesta quinta-feira (10/07), por volta de 12h27, a agência Bradesco na cidade de Inhapim, situada na rua Coronel Antônio Fernandes, no centro.
Segundo apurado pela delegada Tatiane Neves, os três criminosos chegaram em duas motos passando pela praça Padre Geraldo Homem de Faria, atravessaram a ponte e estacionaram as motocicletas ao lado da agência. Próximo à entrada, um dos bandidos abordou uma dentista, fazendo-a de refém.
Porém, segundo consta ela conseguiu fugir da mira do bandido. Os três criminosos invadiram a agência, dispararam duas vezes para o teto e uma vez em direção ao cofre. Dentro do estabelecimento, fizeram como refém um cliente. A ação durou cerca de dez minutos e, na sequência, eles fugiram levando mais de 70 mil reais, conforme destacado pela delegada.
Os policias seguem em rastreamento. Ainda não há pistas sobre a identificação, tendo em vista que eles chegaram com os capacetes com viseiras e não foram reconhecidos pelas vítimas e testemunhas. Os bandidos seguiram em direção ao centro da cidade.
Uma testemunha que estava nas imediações, falou ao jornalismo do Super Canal sobre os momentos de pânico de comerciantes daquela região.
Fonte:Raquel Borsari





quarta-feira, 9 de julho de 2014

Caratinga - Menino de 6 anos torturado por mãe e padrasto morreu enforcado

Enforcamento foi constatado após necrópsia no corpo de João Paulo 

Assista à reportagem completa: https://www.youtube.com/watch?v=u4qOWDVX7Rs

Em coletiva à imprensa nesta manhã de quarta-feira (09/07), o delegado Luiz Eduardo apresentou novos elementos na investigação da morte da criança de seis anos, João Paulo Camilo, assassinada pelo padrasto José Mateus da Silva, de 35 e pela própria mãe, Josina Concebida Moysés, de 36. O caso foi registrado na zona rural de Santa Bárbara do Leste, onde também ficou constatada a agressão a outras duas crianças de 4 e 5 anos, que foram encaminhadas para tratamento médico.

As perícias realizadas até então apontavam a morte da criança por tortura, tendo em vista os diversos ferimentos no corpo da vítima. O corpo de João Paulo passou pela necropsia e a perícia constatou que a criança foi enforcada, houve asfixia mecânica. "Houve constrição de pescoço com asfixia mecânica, ou seja, a criança foi enforcada até a sua morte, após as agressões constatadas em uma primeira perícia", destacou.

O corpo da criança também apresentava lesões provocadas por chicote e ferro quente. Segundo a perícia, João Paulo apresentava 30 queimaduras de terceiro grau, provocadas, provavelmente, por ferro quente.

O cinto e chicote utilizados na tortura e agressões às crianças foram apreendidos pela polícia, os materiais estavam dentro da casa em que moravam. O resultado desta investigação provoca o aumento considerável das penas atribuídas aos crimes cometidos pela mãe e pelo padrasto. Segundo o delegado, o crime de homicídio qualificado prevê pena máxima de trinta anos, somadas todas as penas, elas podem chegar a até 91 anos prisão. O casal deverá responder pelos crimes de homicídio qualificado (por asfixia e por motivo fútil), tortura e ocultação de cadáver.

Neste caso, eles respondem pelo crime de tortura envolvendo as três crianças. A polícia entendeu que os dois, padrasto e mãe, participaram de todos os crimes. Os autores foram interrogados duas vezes na Delegacia de Polícia Civil de Caratinga e na semana passada foram transferidos para uma unidade prisional de Ponte Nova. Para o delegado, os elementos coletados durante a investigação para a conclusão do inquérito já são suficientes para o indiciamento de ambos. "Eu não preciso mais da confissão deles, já existem outros elementos que comprovam e apontam eles como autores, eles enforcaram a criança e agrediram os outros filhos", concluiu.






3º grande leilão de veículos do pátio de Manhuaçu será nesta quinta-feira

O evento será realizado no Ginásio Poliesportivo de Manhuaçu. Serão 224 veículos leiloados, entre sucatas recuperáveis.

Segundo o Delegado Regional, Dr. Wellington Moreira de Oliveira, o principal objetivo do leilão é ressarcir donos do pátio e o próprio governo do Estado. É uma finalidade que o governo recupere, através do valor arrecadado com os arremates, o valor de impostos e tributos que deixaram de ser recebidos com esses veículos apreendidos.

Dos 224 veículos a serem leiloados, 41 são recuperáveis, ou seja, podem ser reformados e utilizados normalmente. Já os outros 183 são sucatas, ou seja, mesmo que estejam em boas condições ou possam ser reparados não podem transitar em via pública. Normalmente são vendidos para retirar peças ou emprego em zonas rurais.

ARREMATE

No ato da compra do veículo, é expedido um DAE, com o valor especifico do lance e data do pagamento. Após 10 dias, o comprar pode retirar esse veículo do pátio sem nenhum ônus. Passado esse prazo, ele deverá quitar todas as diárias.

Além do valor do lance, de acordo com Dr. Wellington, o comprador irá pagar uma taxa de transferência e os dois últimos seguros DPVAT dos veículos. Os demais tributos que constam como dívida são quitados automaticamente. “É importante ressaltar que uma novidade nesse leilão é que quem arremata não precisa pagar o 5% do leiloeiro”, informa o delegado.

O leilão visa desafogar os pátios de apreensão, que já estão superlotados e sem condições de atender novos veículos apreendidos; e evitar a proliferação da dengue em Minas Gerais. “Grande parte desses veículos, por estarem muito danificados, é impossível mantê-los com vidros fechados, além de que apenas 30% da área do pátio de apreensão é coberta, então esses automóveis e motos ficam expostos a céu aberto”, informa Dr. Wellington.

Para Dr. Wellington, é importante ressaltar que os proprietários dos veículos, mesmo que eles sejam arrematados, ainda continuam devendo o Estado. “Se o valor da venda não for suficiente para pagar os impostos, taxas o valor do pátio, o antigo proprietário daquele veículo, ainda ficará devendo, logo seu nome entrará na dívida ativa”.
Fonte: Portal Caparaó 





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